Pinheiro da Cruz
Castelão e Touriga Nacional em barrica francesa. Frutas pretas maduras, especiarias e final longo de cedro.
Curadoria autoral de pequenos produtores brasileiros, argentinos, portugueses e franceses — pra beber sem pressa, com taça grande, ao pôr do sol do cerrado.
Trocamos a carta a cada quinze dias. Cada rótulo é provado pela casa antes de entrar — se não emocionou, não fica.
Castelão e Touriga Nacional em barrica francesa. Frutas pretas maduras, especiarias e final longo de cedro.
Mineral e cítrico, com toque salino. Para harmonizar com peixe grelhado e azeitona preta.
1.400m de altitude. Pequena vinha, vinificação delicada. Violeta, ameixa preta e taninos sedosos.
Syrah rosé brasileiro, refrescante e levemente picante. Combina com tarde quente e prosa boa.
Método tradicional, dosagem zero. Pão fresco, maçã verde e bolha fina. Aperitivo ou final de jornada.
Grenache e Syrah em proporção clássica. Garrigue, pimenta-do-reino e final balsâmico.
Ribolla Gialla com 30 dias em contato com cascas. Casca de laranja, chá preto e mel silvestre. Para os curiosos.
O vinho é simples — quem complica é quem vende. Nossa promessa é o oposto.
Provamos cada rótulo antes. Se não emocionou, não entra na carta. Sem moda, sem pressa.
Abrimos às 17h pra pegar o sol caindo no cerrado. Vinho gelado, queijos da região, pãozinho quente.
Toda noite tem agulha rodando. MPB, jazz, samba de raiz. Sem playlist algorítmica, sem repetição.
Pergunta o que tá com vontade de comer e a gente harmoniza. Sem snobismo, sem mistério.
A curadoria que tá na casa, mas pra abrir em casa — com ficha técnica, sugestão de harmonização e história do produtor.
Reservas pelo WhatsApp ou direto no balcão. Sem couvert, sem rolha — só o vinho e a noite.
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